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Novo boutique hotel de Lisboa é o “primeiro do País” com uma equipa de mordomos

30/01/2026

Este boutique hotel é uma novidade dentro do grupo SANA, já que é o primeiro da marca Mythic e também o mais luxuoso até então — e não é só pela decoração sofisticada e pela localização privilegiada. A unidade é a “primeira em Portugal” a ter uma equipa exclusiva de mordomos, os Golden Sleeves Butlers. São sete, no total, dois deles séniores, com vários anos de experiência. “À chegada, damos a oportunidade aos hóspedes de escolherem se querem um mordomo mais ou menos discreto ou falador”, explica João Meneses, um dos elementos da equipa, à NiT.

 

Para os clientes, existe uma conversa inicial, onde é apresentado todo o conceito, já no quarto, onde é feito o check-in. Os hóspedes que preferirem também podem realizá-lo no lobby. Numa visita ao espaço, Marie-Hélène Moreira, diretora-geral, explica à NiT que o principal objetivo sempre foi trazer algo diferentes à capital portuguesa. A profissional já trabalhou em hotéis de luxo na Ásia e na Europa e, para o Mythic SANA, quis trazer a eficiência do primeiro continente e a história do segundo para dar seguimento a um conceito inovador. “Antes de os hóspedes chegarem, enviamos o questionário Golden Preluce ao responsável pela reserva para sabermos mais sobre os gostos pessoais, como a temperatura do quarto”, explica.

 

O boutique hotel contou com um investimento de 45 milhões de euros e nasceu nas antigas instalações do Millennium BCP. A unidade dispõe de 48 quartos e suites, todos incrivelmente espaçosos. Variam, por exemplo, entre os 39 e os 72 metros quadrados — e estão todos equipados com bar e cozinha, caso os hóspedes queiram chamar um private chef. À chegada, são sempre recebidos com vinho do Porto, gin local e champanhe. Nos quartos, há ainda um tablet para marcarem experiências ou contactarem-se diretamente com os mordomos. Os profissionais disponibilizam ainda um QR code com o número de WhatsApp. “Há hóspedes que preferem este contacto mais direto”, explica João. “Alguns enviam-nos mensagem quando saem do quarto para o pequeno-almoço e assim conseguimos pedir que a limpeza seja feita de imediato.

 

Também avisamos quando o shuttle está a chegar, por exemplo.” hotelUm espaço luxuoso. As loiças presentes no quarto e nas áreas comuns do boutique hotel são também todas da Vista Alegre, com fios de ouro, para remeterem ao nome da rua onde a unidade está inserida. Um dos destaques vai também para as experiências que estão incluídas na reserva. Um deles é o Dusk Mix, disponível todos os dias das 18 às 19 horas. Neste horário, caso o hóspede queira, o mordomo vai até ao quarto e prepara o mocktail ou cocktail do dia, servindo-o com canapés. As bebidas variam diariamente. Ao final da tarde, podem ainda ter uma experiência de chás, com propostas da Companhia Portugueza do Chá, ou até mesmo de champanhe.

 

As casas de banho, também elas espaçosas, têm amenites da marca francesa Lalique, com origem ligada à joalharia e ao vidro artístico. Uma das experiências permite que os hóspedes experimentem cinco perfumes da marca e utilizem o que preferirem para um jantar, por exemplo. Têm também a oportunidade de comprar um frasco. Nos quartos e suites com banheiras, está também incluído um banho de imersão. Os hóspedes escolhem um de entre cinco sais e o mordomo é o responsável pela preparação da experiência, tendo em conta a temperatura da água e os gostos pessoais de cada cliente. A casa de banho está também decorada com velas. Os mordomos também oferecem o serviço de Unpacking & Packing.

 

No primeiro caso, as roupas são retiradas das malas e arrumadas no closet — caso seja preciso, os profissionais também passam a ferro algumas peças. Há ainda o Shoe Care Service, onde os mordomos têm também o cuidado de engraxar de sapatos dos hóspedes. A recolha e entrega é sempre feita de forma discreta no próprio quarto. As casas de banho são em mármore. Por fim, o hotel oferece um menu de almofadas (que tem atualmente disponíveis uma proposta com aloe vera e outra viscoelástica) e o serviço de Turndown, descrito como um ritual noturno com storytelling de Lisboa e detalhe sensorial. Este último é feito, por exemplo, quando os hóspedes regressarem ao quarto depois do jantar. O objetivo é que tenham tudo preparado para ficarem relaxados e dormir.

 

Os mordomos são membros da instituição Chaves de Ouro Portugal e por esta razão, conseguem ajudar os hóspedes com assuntos que vão além das instalações do hotel. Podem, por exemplo, reservar uma refeição num restaurante na cidade, comprar bilhetes para um festival de música ou ajudar a encontrar um personal shopper e private chef. A decoração do hotel foi também pensada ao pormenor, com a arte a ter um papel importante em todas as áreas.

 

Por cima das camas, por exemplo, há obras exclusivas de Maria José Cabral a remeterem para a história de Lisboa. Já à entrada dos quartos e suites, contam com obras de Luís Alves. As duas entradas do hotel (uma na Rua do Ouro e outra mais discreta nos fundos) têm peças de Luis Bivar, que junta a pintura à cerâmica. A oferta gastronómica A arquitetura do espaço ficou a cargo de António Pinto, que foi também o responsável por escolher o nome do gastrobar da unidade: o Black Moon. “Ele achou o nome interessante e bem enquadrado com o hotel. Também gostámos e decidimos desenhar o conceito do restaurante com base nisso”, refere a diretora-geral Marie-Hélène Moreira.

 

 O restaurante é intimista e conta com 24 lugares sentados e oito ao balcão. Tem também um champagne bar, com uma das “maiores seleções da bebida em Lisboa.” A cozinha está sob a liderança do chef Luís Ortiz, que cruza referências de várias partes do mundo. À base portuguesa, juntam-se influências como as culinárias da Tailândia, Japão e México, país onde nasceu. Durante a manhã, o gastrobar é todo decorado para o pequeno-almoço dos hóspedes e a partir das 11 horas, a atmosfera (e os próprios uniformes dos funcionários) é transformada. Durante o dia, o espaço conta com música jazz ambiente, e à noite, aposta em temas mais animados. Nas entradas, o chef chama a atenção para o lírio preservado em cinza, com leche de tigre de macadâmia, pepino, abacate curado em sal de coentros, óleo de recado negro e tostada cerimonial (23€). Nos pratos principais, o foco vai para o salmonete com puré de cebola com recado negro, cebola queimada, nduja e beurre blanc (35€) e para o pato maturado, mole bordelaise, purê de banana da Madeira e xnipec Para a sobremesa, Luís destaca o gelado de pau santo, com praliné de amêndoa, cocada, maçapão e amarguinha, finalizado com amêndoas caramelizadas (11€). Embora o Mythic SANA não tenha spa, os hóspedes podem utilizar as instalações de bem-estar de outras unidades do grupo espalhadas pela cidade. Basta pedirem um shuttle ao mordomo que os acompanha ou diretamente no lobby da unidade. O hotel também é pet friendly e faz o possível para alojar os animais dos hóspedes com o mesmo luxo — oferece, por exemplo, uma cama, taças e até uma coleira. As diárias no novo boutique hotel começam nos 600€ e podem chegar aos cinco mil euros (este valor é válido para três suites, que podem ser isoladas para famílias ou grupos maiores). As reservas podem ser feitas online. Carregue na galeria para ver algumas fotografias do Mythic SANA Downtown Suites.

Fonte: nit.pt
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